Cortiça vs Vedantes Artificiais - Estudo de impacto ambiental

Estudo das propriedades ecológicas das Rolhas de Cortiça e do impacto ambiental dos Vedantes Artificiais

Análise do ciclo de vida das rolhas de Cortiça e dos vedantes de Alumínio e Plástico

Os benefícios, em termos ambientais, das rolhas de cortiça natural em relação aos vedantes alternativos são evidenciados numa análise sobre o ciclo de vida realizada por uma entidade independente e publicada pela Corticeira Amorim.

A Corticeira Amorim, empresa líder a nível mundial na produção de rolhas para vinhos, encomendou um estudo à PricewaterhouseCoopers, o qual comprova que as emissões de dióxido de carbono associadas às rolhas de cortiça são significativamente menores do que as emissões relacionadas com as srewcaps (vedantes de rosca em alumínio) e os vedantes sintéticos.

O referido estudo, que se prolongou durante um ano, mostrou que as emissões de CO2 – um factor-chave no aquecimento global - resultantes do ciclo de vida das screwcaps são 24 vezes superiores às das rolhas de cortiça natural, enquanto que os vedantes sintéticos são responsáveis pela emissão de dez vezes mais CO2 do que as rolhas de cortiça natural.

Os valores relativos às rolhas de cortiça e aos vedantes sintéticos incluem as emissões relativas ao transporte para o mercado inglês assim como as emissões correspondentes à utilização de cápsulas de PVC que revestem o topo das garrafas seladas com este tipo de vedantes.

Este estudo englobou a análise de sete indicadores-chave ambientais, a saber: a emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa; o consumo de energias não renováveis; o consumo de água; o contributo para a acidificação da atmosfera; o contributo para a deterioração da camada de ozono; o contributo para a eutrofização e a produção de desperdícios sólidos.

As rolhas de cortiça classificaram-se como a melhor alternativa em seis dos referidos indicadores e surgem em segundo lugar, a seguir aos vedantes de alumínio, no que diz respeito ao consumo de água.

O estudo da PricewaterhouseCoopers, elaborado nos termos das normas ISO 14040 e 14044, foi sujeito a uma revisão minuciosa realizada por três entidades independentes, incluindo um perito em análises de ciclos de vida. De acordo com as referidas normas, considerou-se sempre o cenário menos favorável em relação à promotora do estudo (Corticeira Amorim). Além disso, a análise não considerou o impacte ambiental associado ao processo da transformação do alumínio em tampas de rosca e da matéria-prima em vedantes sintéticos.

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Relatório Final (1,2 MB)

Apresentação (526,0 KB)