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CO2 emitido pelos vedantes artificiais

desde: 01/01/2013

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CO2 absorvido pelas rolhas de cortiça

desde: 01/01/2013

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  • As cápsulas de rosca nunca serão capazes de se libertar do problema da oxidação aleatória?

    Não. A investigação e a experiência prática demonstraram que os vedantes estão sujeitos a algum grau de variabilidade. Na verdade, foi possível demonstrar que a cortiça revela um desempenho de consistência notável, quando é devidamente manuseada.

    O elevado grau de consistência invocado para as cápsulas de rosca depende, em grande parte, da eliminação de todas as outras fontes de variação, incluindo a variabilidade do acabamento da garrafa, os defeitos de capsulagem e os defeitos na linhas de engarrafamento, ou seja, todos os problemas que os defensores de cápsulas de rosca reconhecem.

    Estes mesmos factores afectam o desempenho da cortiça, embora o feedback dos vinicultores sugira que as cápsulas de rosca coloquem exigências ainda maiores na gestão das linhas de engarrafamento do que as rolhas de cortiça.

    Os colaboradores da Amorim poderão aconselhar sobre os procedimentos correctos nas linhas de engarrafamento para ajudar a evitar a oxidação aleatória (ver Focus, "Choosing and Handling Cork").

    • Rolhas de cortiça versus cápsulas de rosca
  • Os vinhos não necessitam de oxigénio para envelhecerem, tal como foi demonstrado por Ribéreau-Gayon, por conseguinte, será que as rolhas de cortiça são relevantes para a evolução do vinho?


    Os vinhos poderão não necessitar de oxigénio para evoluírem, mas parece que beneficiam da quantidade mínima de oxigénio que as rolhas de cortiça deixam penetrar.

    Quando os vinhos foram totalmente privados de oxigénio, por exemplo, em ampolas de vidro, revelaram igualmente uma tendência acentuada para o desenvolvimento de odores a sulfureto. Desta forma, é possível continuar a registar-se uma evolução que implicará resultados muito diferentes dos inicialmente esperados por parte dos vinicultores.

    As descobertas dos investigadores da Universidade de Bordéus 2 sugerem que a difusão do oxigénio nas rolhas naturais é mais importante do que foi referido por J. Ribéreau-Gayon, em 1933.

    Ribéreau-Gayon utilizou um método colorimétrico semelhante, mas não anotou as características dos vedantes, as garrafas e as condições de armazenagem, factores esses que Lopes et al. acreditam que poderiam contribuir para a explicação parcial de algumas diferenças entre os resultados dos estudos de 1933 e 2005.

    Mills, Nancy, "Sealing themes and variations", artigo publicado no Aust. Wine Industry Journal, Outubro de 2005
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