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1039123181,59Kg

CO2 emitido pelos vedantes artificiais

desde: 01/01/2013

2237809892,67Kg

CO2 absorvido pelas rolhas de cortiça

desde: 01/01/2013

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  • Com os avanços dos conhecimentos sobre a química enológica, será possível determinar a quantidade desejada de infiltração de oxigénio após o engarrafamento, em relação a qualquer vinho, e escolher a cápsula de rosca ou a rolha técnica com uma permeabilidade específica adequada?

    A química enológica pós-engarrafamento é uma questão muito complexa e ainda estamos longe de compreender todos os factores em jogo, quanto mais de controlá-los em relação a todos os tipos de vinho, região e colheita. Por outro lado, a cortiça tem revelado um desempenho notável desde há vários séculos. À medida que formos capazes de a compreender melhor conseguiremos melhorar ainda mais o seu desempenho.

    "Tentar e criar uma permeabilidade extremamente reduzida, indicada para todos os vinhos, conduzirá à variabilidade dos resultados não entre as garrafas individuais, mas de vinho para vinho.… Exigir que os vinhos sejam totalmente isentos de quaisquer precursores de sulfureto criará exigências que, neste momento, não somos capazes de (e talvez não desejemos) satisfazer de forma consistente enquanto vinicultores."

    Limmer, A., "Do corks breathe? Or the origin of SLO", Aust. & NZ Grapegrower and Winemaker, Annual Technical Issue 2005
    • Desempenho geral da cortiça
  • Há quanto tempo se usam rolhas de cortiça?

    Existem vários vestígios da utilização da cortiça pelos povos do antigo Egito e na civilização romana. Em França foram encontradas ânforas do século III a.C. cheias de vinho considerado ainda em bom estado de conservação. A utilização da cortiça a um nível pré-industrial remete aos finais do século XVII.

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